terça-feira, 31 de março de 2020

Loja de departamento é condenada em mais de R$ 269 mil por violar direitos autorais

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A juíza de Direito substituta da 14ª vara Cível de Brasília/DF, Thaís Araújo Correia, condenou as Lojas Riachuelo S/A ao pagamento de multa de R$ 269.400 por violação de direitos autorais da marca "Lhamastê", bem como indenização por danos morais no montante de R$ 30 mil. A loja também está proibida de produzir ou comercializar os produtos dessa marca, sob pena de multa de R$ 100 mil por descumprimento

A autora ajuizou ação na qual narrou ser criadora da imagem de uma lhama rosa associada ao nome “Lhamastê” e alegou que a ré passou a utilizar sua marca para produzir e vender peças de roupas, sem sua autorização e sem lhe repassar qualquer valor.

A loja apresentou contestação na qual defendeu que a autora não provou ser dona da marca, pois não apresentou registrou público, que as imagens usadas em seu produtos são diferentes das da autora e que não possui condições de investigar a existência de direitos autorais de todos os produtos que compra para expor em seus estabelecimentos, sejam físicos ou virtuais

A magistrada explicou que apesar de não haver registro público da propriedade, a autora comprovou ter criado a obra através de arquivo do programa de computador utilizado para o desenho.

“Por fim, a requerida não traz qualquer argumento plausível para afastar a autoria da obra, nem para comprovar que pediu autorização à autora para sua utilização no produto. Desse modo, mostra-se imperativo o acolhimento da alegação de que a autora é a criadora da imagem reivindicada na inicial e vendida pela ré. Portanto, é de se concluir que houve a contrafação prevista no art. 5º da lei 9.610/98, consistente na reprodução não autorizada da imagem descrita na inicial”.

A ré foi condenada, ainda, a veicular, em jornais de grande circulação na cidade de São Paulo, que violou os direitos autorais que praticou.

Processo: 0722274-78.2019.8.07.0001

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segunda-feira, 23 de março de 2020

Nos EUA, marcas se unem para criar roupas e máscaras hospitalares

VADIM BRAIDOVTASS VIA GETTY IMAGES


Há pouco mais de uma semana, a moda norte-americana viu suas lojas e fábricas fecharem, voluntariamente ou por decreto do governo, por motivo do coronavírus. No entanto, em vez de focar nas vendas em domicílio, como vêm fazendo algumas marcas brasileiras, as etiquetas do país se mobilizaram para criar máscaras e roupas aos profissionais da saúde, incansáveis no atendimento de milhares de pacientes que chegam aos hospitais diariamente.

Brandon Maxwell, queridinho de Lady Gaga e responsável pelos quatro visuais que a cantora usou no Met Gala 2019, passou os últimos dias pesquisando tecidos para criar roupas de proteção a enfermeiros e médicos que lutam contra a Covid-19. De casa, o designer e sua equipe planejam fabricar máscaras e luvas de acordo com as medidas de segurança para profissionais da saúde, assim que esses requisitos estiverem claros.

Brandon Maxwell, estilista queridinho de Lady Gaga, pesquisa como fazer roupas médicas adequadas à situação.



Um pouco mais à frente, a Los Angeles Apparel já desenvolve máscaras cirúrgicas e, nesta segunda-feira (23/03), começa a produzir roupas de hospital. Dov Charney, fundador e ex-CEO da American Apparel, espera que sua fábrica forneça 300 mil máscaras e 50 mil batas hospitalares apenas nesta semana.

Charney começou a fabricar os itens de proteção há algumas semanas, quando previu a escassez no varejo. Como sua empresa trabalha com alguns procedimentos tóxicos, muitos de seus funcionários já usavam máscaras para se protegerem. “Não são máscaras N95, mas são equivalentes a máscaras cirúrgicas”, disse ao New York Times.


Dov Charney

Dov Charney, fundador da American Apparel, deu a largada na produção de máscaras hospitalares



Feitas em um tecido semelhante aos usados na criação de camisetas, elas se encaixam bem no rosto e são presas por duas tiras, com um ajustador de metal no nariz. Charney agora conversa com agências federais e municipais para atender mais estabelecimentos. Até o momento, ele reabasteceu os estoques de hospitais em Seattle, Nova York, Las Vegas e no Novo México.


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quarta-feira, 18 de março de 2020

Peças básicas que toda fashionista deveria ter no closet


Foto tirada do site MODAIT



Nem só de peças fashionistas se faz um closet, mas também de peças básicas para conseguirmos montar mil looks com apenas algumas peças essenciais. Por isso hoje eu listei 10 itens que não podem ficar de fora do seu guarda-roupa. Olha só:




CAMISA MANGA CURTA BOLSOS ESNTL
CAMISA BRANCA
JAQUETA LEATHER SPECIAL
       JAQUETA COURO


SAIA MIDI DE LINHO BOTÕES
SAIA MIDI
TRENCH COAT LONDON BREEZE
            TRENCH COAT
JAQUETA JEANS ELÁSTICO BARRA
   JAQUETA JEANS

















BLAZER ALONGADO COTTON LEVE
BLAZER




CALÇA JEANS RETA ESSENTIAL
    CALÇA JEANS RETA



TÊNIS DE COURO CADARÇO
TÊNIS BRANCO
BOLSA SADDLE CROCO
BOLSA TRANSVERSAL





















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Os itens acima, podem ser encontrados na Loja Amaro (clique aqui)











terça-feira, 17 de março de 2020

Lançamento Direito da Moda - CANCELADO

EVENTO CANCELADO








Direito da Moda, com sua característica interdisciplinar, já se firmou como uma área relevante dos estudos jurídicos. Nascido nos EUA, no início da primeira década deste século XXI, sob o nome de Fashion Law, visava inicialmente discutir a proteção ao trabalho dos estilistas. O universo da Moda e sua indústria, com sua importância econômica e sua complexidade como fenômeno sociocultural, impulsionaram as discussões para outras esferas que não apenas o design de marcas, alcançando questões de contratação e defesa da imagem de modelos e até mesmo o grave problema do trabalho escravo. Este livro almeja ser uma breve introdução a essa disciplina, tendo buscado apresentar um panorama geral dos principais assuntos envolvidos.



São Paulo Fashion Week cancela desfiles

Máscaras pretas deram tom ativista à desfile da Ellus na SPFW Foto: Rahel Patrasso/ Reuters

A São Paulo Fashion Week comunicou o cancelamento dos desfiles previstos de 24 a 28 de abril em função da nova classificação de pandemia do coronavírus (COVID-19).

"Diante do cenário atípico e visando preservar a saúde e bem estar de todos, a programação do Festival SPFW+ e a conferência internacional anunciada para o dia 27 de abril serão replanejadas", diz a nota.

A temporada SPFW N50, celebrando os 25 anos do São Paulo Fashion Week, está mantida entre os dias 16 e 20 de outubro.