quinta-feira, 6 de outubro de 2016

WORKSHOP CHÁ DAS PRINCESAS

Tive a grande satisfação de ser convidada vip para o evento CHÁ DAS PRINCESAS, na data do dia 15 de Outubro de 2016, no Buffet Mediterrâneo em Pinheiros.

O Chá das Princesas é um projeto que busca resgatar os valores éticos, morais, e sociais, que são esquecidos pela sociedade moderna. depois de 3 edição em Londres, agora em São Paulo.



Será uma tarde incrível, com um workshop com uma nutricionista, que dará dicas sobre saúde, uma consultora de imagem, que ensinará as meninas a se vestirem adequadamente e haverá também uma aula de automaquiagem e cuidados com a pele. Além disto, a idealizadora do evento ensinará postura e etiqueta social no Afternoon Tea. Estará ainda presente, uma psicóloga falando sobre autoestima, e mostrando tudo que a mídia impõe para mulheres "perfeitas". Ao final, um passeio inesquecível de limousine rosa, que circulará pela Avenida Paulista por 1 hora.

As vagas são limitadas, e haverá um hiper desconto para quem disser que viu esse post no blog Fashion Law VS.


Maiores informações
hellen@hellengrasso.com


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Alexander Wang ganha processo de U$90 milhões contra falsificadores

Alexander Wang processou mais de 459 sites que vendiam peças falsas suas e de outras marcas. O resultado da ação foi expressiva: mais de $90 milhões em indenizações que provavelmente nunca chegarão aos bolsos do designer.

Um porta-voz da marca explicou ao WWD que a vitória, apesar de grande, foi simbólica e serve para desencorajar atos futuros de pirataria online. Os 459 domínios derrubados pertenciam a cerca de 50 pessoas que são impossíveis de rastrear, portanto, a marca não espera receber um centavo sequer do que lhe foi conferido pela justiça, que abertamente também assumiu deferir a sentença para desencorajar os falsificadores.

De acordo com o “Fashionista”, foi o primeiro processo judicial de Alexander Wang. “Proteger nossa marca requer vigilância constante em escala global, além de medidas proativas, como o envio de recados para que falsificadores nacionais e internacionais desistam desse crime, além de contatar os servidores que abrigam os sites ilegais” explicou Dennis Wang, co-fundador da grife.

O estilista Alexander Wang, que conseguiu na justiça indenização de U$90 milhões ©Reprodução
O ESTILISTA ALEXANDER WANG, QUE CONSEGUIU NA JUSTIÇA INDENIZAÇÃO DE U$90 MILHÕES ©REPRODUÇÃO


Matéria disponível aqui

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O papel da cópia no processo criativo de uma coleção



Máteria feita pela minha querida Patrícia Sant´Anna.
Assunto polêmico  no mundo da moda no geral, e nas joias em específico, é importante entendermos o que é a cópia de fato para termos um posicionamento. Sim, a sua empresa necessita ter um posicionamento sobre a cópia. Tanto do ponto de vista ético, quanto de política criativo-produtiva. Mas vamos falar disso em detalhes?
 Colar Chanel
A história da cópia na moda
A moda nasce da cópia. No final da Idade Média, começo do Renascimento, nas cidades mercantis da península itálica (sim, a Itália ainda não existe), quando o mercantilismo se estabelece como novo modelo econômico, a moda nasce. Seu surgimento é marcado pela competição visual que ocorria entre os poderosos destas cidades. De um lado temos a tradicional aristocracia e de outro temos a nascente burguesia.  Os burgueses tem acesso ao universo do luxo oriental, pois eles trazem os produtos que vendem de lá. No entanto, eles percebem que uma vez que o público – outros burgueses e a própria elite aristocrática – conhece o que é o luxo oriental, eles podem fazer cópias locais para ganhar ainda mais sobre esses produtos. E, assim, de uma tática mercantil, percebemos que a cópia se acopla à ideia de moda. Se continuarmos a percorrer a história veremos que franceses copiam italianos, norte-americanos imitaram os franceses, os japoneses copiaram todo mundo, os belgas copiaram os japoneses, que foram copiados pelos coreanos, depois pelos chineses… enfim, a cópia faz parte do universo da moda.
Cópia hoje
A cópia atualmente continua sendo um processo de aprendizado para muitas regiões do mundo, sobretudo, para aquelas que estão entrando no universo da moda. O Brasil é uma dessas regiões, não somos propriamente novos, mas ainda somos bastante imaturos no processo de desenvolvimento de produtos. O que isso significa? Há muita gente fala mal das cópias. E aí começamos a pensar: “Há um limite para se copiar?” ou “Qual a razão de tanta gente ser contra?”Quando uma marca está iniciando, não tem visibilidade ainda, não é difícil ela se referenciar de maneira tão ferrenha a algum tipo de marca estrangeira, ou mesmo nacional, a ponto de imitar literalmente o que a marca faz. Ponto positivo: aprende sobre como constrói tecnicamente uma infinidade de recursos estilísticos. Ponto negativo: para se desvencilhar da imagem de ‘copiadora’ vai ter que gastar mais no marketing e branding.
O processo de aprendizagem pela cópia é algo importante para lapidar o próprio estilo, mas este deve ser alcançado o mais rápido possível, para não ser visto como um ‘mero copiador’. Sabe por quê? Porque o mero copiador não pode cobrar por valor agregado, ele não pode cobrar pela criação, posto que isto ele não fez. É neste ponto que vemos o problema ético da cópia: uma marca com presença no mercado já considerável, copia uma peça de outra marca mais ou menos importante que ela (isso não é importante) e deseja cobrar o ‘valor agregado’ da criação. Isso é feio, mais que isso, é desonesto.
Há muita gente fala mal das cópias. E aí começamos a pensar: “Há um limite para se copiar?” ou “Qual a razão de tanta gente ser contra?”
Para ter acesso a matéria completa, clique aqui


segunda-feira, 23 de maio de 2016

São Paulo Fashion Week - edição verão 2017

Aconteceu na última semana de abril a 41ª edição da São Paulo Fashion Week (SPFWn41), edição  verão/2017, entre os dias 25 a 29, no Parque do Ibirapuera no Pavilhão da Fundação Bienal. E o Blog Fashion Law VS não podia deixar de estar presente.                                                                    
                                                              
Um dos destaques que chamou nossa atenção e que pudemos conferir foi o desfile da Água de Coco, da estilista Liana Thomaz. Denominado Beach Amazônico, remetia a temas característicos, com as modelos desfilando estampas de folhagem, vitórias-régias, frutas e sementes da região,  além de bordados e recursos artesanais para criar brilhos e texturas nos maiôs, biquínis e roupas que lembravam adereços indígenas. A boca de cena da passarela, de palha dourada, parecia uma grande oca indígena. 


Foto (Fashion LawVS)
Foto (Fashion Law VS)

Para finalizar em grande estilo, depois do desfile, participamos do Coquetel no Louge da SPFW, que foi servido aos participantes vips.









Para saber mais sobre como foi a SPFW n41, acesse aqui

terça-feira, 15 de março de 2016

A Moda a Favor da Saúde

O vírus da Zika, uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, já é considerado uma ameaça à saúde mundial. No entanto, poucos sabem que a moda, através da influência das cores nesse inseto, pode ajudar na prevenção da picada do mosquito. Confira as dicas do personal stylist, Murilo Grilo.


Esqueça as roupas escuras durante o dia. Deixe o preto no armário", é o que orienta o personal stylist, Murilo Grilo. Segundo pesquisas, as cores podem influenciar a opção do Aedes aegypti, onde o mosquito tem sua preferência por cores escuras. "Os mosquitos são fotossensíveis e não sabem lidar muito bem com a luminosidade, por isso a preferência por cores escuras", explica Murilo, que é especialista em consultoria de imagem. 

De acordo com um estudo da Universidade de São Paulo (USP), o Aedes aegypti consegue reconhecer a tonalidade de cores das roupas que a pessoa usa, e o preto é sua cor preferida. "Para nos protegermos devemos nos vestir com cores mais claras durante o dia. As combinações são inúmeras, tecidos leves e frescos são essenciais", orienta.

Separamos algumas dicas essenciais de Murilo Grilo para se prevenir das indesejáveis picadas no dia a dia, sem deixar seu estilo de lado:

Em casa: em um ambiente totalmente informal, opte por usar aquela roupa que te deixa mais à vontade. Durante o dia, use cores claras. 

No trabalho: esse é o ambiente em que devemos ter o maior cuidado, pois a escolha pode interferir no dress code da empresa, então fique atento. Se o ambiente pedir um terno, opte por cores claras, como o cinza, bege, cáqui e escolha tecidos que sejam mais frescos como o algodão. Deixe o terno escuro, como o azul marinho e preto, para eventos de finais de tarde e noturnos. Uma ótima dica é optar pelo cinza claro, a cor é clássica e não deixa de ser formal.

No Lazer: nesse tipo de ambiente, que é mais descontraído, opte por tecidos leves como o linho e o anarruga. São ótimos para o nosso clima tropical, pois não retêm o calor do corpo. Assim, não transpiramos tanto e evitamos a atração do mosquito. Uma boa pedida é uma bata de linho. Não esqueça: use sempre o repelente nas áreas expostas da pele e também sobre a roupa. 

Sobre Murilo Grilo

Murilo Grilo é um arquiteto apaixonado por moda. Comunicativo e carismático, o personal stylist paulistano, já trabalhou ao lado de Alexandre Taleb e especializou-se em consultoria de imagem com a renomada Illana Berenholc. Atende ao mercado corporativo e presta consultoria de moda a empresas, agências de modelos e noivos.

Atualmente, Murilo Grilo tem um quadro quinzenal dentro do programa Tudo Posso, da Rede Família, onde aborda temas sobre comportamento masculino, moda e tendências.

É colunista semanal do jornal, A Semana Vanguarda, e escreve sobre moda masculina, feminina e decoração.

www.murilogrilo.com 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Após polêmica na internet, vestido mais famoso de 2015 pode ser alvo de batalha judicial


A potencial disputa judicial deve se focar na propriedade intelectual da fotografia que viralizou.

O vestido que ficou famoso no começo de 2015 por causar confusão sobre a percepção de suas cores pode agora ser alvo de uma batalha judicial no Reino Unido por conta dos direitos autorais sobre a imagem que deu origem à polêmica.
A potencial disputa judicial deve se focar na propriedade intelectual da fotografia que viralizou em redes sociais e sites de notícias ao redor do mundo com a pergunta: você vê o vestido azul e preto ou branco e dourado?
Paul Jinks e Cecilia Bleasdale, o casal que comprou o polêmico vestido e tirou a foto, exige o crédito e ganhos pelas imagens que rodaram o mundo. Por este mesmo motivo, a foto original não está sendo usada nesta reportagem.

Segundo eles, a filha de Cecilia estava de casamento marcado e os dois saíram em busca de um vestido para a mãe da noiva. Ela bateu três fotos, de três vestidos diferentes, e enviou para a filha.
Para sua surpresa, a filha respondeu “Este é lindo, mamãe. O branco e dourado”, referindo-se ao vestido azul e preto.

No dia do casamento, ao usar o vestido, não restou dúvidas de que ele era, de fato, azul e preto. O que Cecilia não sabia é que sua filha tinha postado a foto recebida em seu perfil no Facebook, com a história engraçada, e que uma de suas amigas e cantora da banda que animaria o casamento, Caitlin McNeill, havia compartilhado a foto em seu Tumblr.

Frustração e processo judicial

Sem nem imaginar o alcance global que a foto teria ao enviá-la de seu telefone celular, ainda de dentro do provador da loja, Cecilia Bleasdale diz que agora, em retrospecto, sente-se frustrada pelo fato de que ela e o marido, que bateram a foto, não foram lembrados.

“Bem, nós fomos deixados completamente de fora da história”, diz o marido, Paul Jinks.
“Tudo aconteceu tão rápido, nós não tivemos controle”, acrescenta Cecilia.

O casal diz ter contratado um advogado para auxiliar num potencial processo judicial para requerer os direitos autorais da imagem.
“Nós víamos todas as empresas usando o azul e preto e branco e dourado para vender seus produtos e ninguém queria ficar de fora”, diz a mãe da noiva.

Para Paul, o assunto é mais objetivo.

— Basicamente eles tomaram nossa propriedade e lucraram em cima dela sem nos dar o mínimo crédito, um agradecimento, nada.
Eles já participaram do programa de Ellen DeGeneres, nos Estados Unidos, mas deram poucas entrevistas no Reino Unido.

Consultado pela BBC, o site Buzzfeed, que primeiro divulgou as imagens, disse que um leitor enviou a foto e que a empresa “leva muito a sério os direitos de propriedade intelectual e que se houver qualquer assunto inadvertente ou erro, serão corrigidos prontamente”.

A ciência por trás da polêmica

De acordo com o site de tecnologia Wired.com, a chave para decifrar o enigma do vestido está na forma como os olhos e o cérebro evoluíram para ver cores na luz solar.

Como os seres humanos evoluíram para ver a luz do dia, seus cérebros começaram a levar em conta o fato de que a luz muda de cor. Os objetos têm um certo tom vermelho rosado de madrugada, mais azul-branco ao meio-dia, e voltam a ser mais avermelhadas no pôr do sol.

O cérebro tenta descontar o efeito da luz do sol (ou outra fonte de luz) para chegar a uma cor "verdadeira".
Por isso, algumas pessoas veem azul no vestido mas seus cérebros ignoram isso, atribuindo a cor azulada à fonte de luz, em vez de ao próprio vestido. Elas veem branco e dourado.

Os cérebros dos outros atribuem o azul que eles veem ao próprio vestido.
Este fenômeno existe há milhões de anos, mas há algo especial nesta foto do vestido que tornou as diferenças na forma como vemos a cor mais clara do que nunca.

Para saber ,mais clique aqui