sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Novo Código de Processo Civil, irá beneficiar a Propriedade Intelectual.

O novo Código de Processo Civil, previsto para entrar em vigor em 2014, trará instrumentos que facilitarão a tutela da Propriedade Intelectual no Brasil, informou o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele explicou que o novo código incorpora mecanismos que permitirão aos juízes um melhor julgamento de temas complexos como os relacionados à Propriedade Intelectual. “O novo código traz inúmeros instrumentos servis a tutela da propriedade intelectual ainda que não diga diretamente, como o que promete a duração razoável dos processos, o que vale para todos os seguimentos”, afirmou o ministro, durante a sessão de abertura do XXXIII Congresso Internacional da Propriedade Intelectual, realizado no Rio de Janeiro. Outra vantagem trazida pelo novo código, segundo o ministro, é a transformação do INPI em “amicus curiae”, que consiste no direito, da participação de um terceiro que subsidia o juiz na sua decisão. Esse será o terceiro código de processo – o primeiro data de 1939 e o segundo, de 1073. (Com informações da ABPI)

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Inspiração ou cópia uma reflexão sobre os desfiles e a moda brasileira.

Givenchy, Marc Jacobs, Louis Vuitton. Vi tudo isso ontem nas passarelas. Mas eu não estava em Paris, não. Estava na São Paulo Fashion Week, a principal semana de moda brasileira. Os estilistas internacionais estavam na forma de referências, inspirações, cópias. Mas porque raios copiamos o que já foi feito em vez de criar? Ah, a globalização! Sim há tendências que por vezes e viram febre, como aconteceu recentemente com a azulejaria. Mas há estéticas, propostas e tecidos que são lançados por uma grife e adaptados por outros estilistas quase que literalmente. Saí dos desfiles me perguntando se a culpa, em parte, não é nossa. Exaltamos o que é de fora: viajamos e pagamos caro na bolsa de grife, mas dizemos que a daqui, mesmo que de qualidade similar (e às vezes superior) não vale o preço. Estilistas mais autorais, que trazem frescor às passarelas com suas criações, normalmente ganham mais com negócios paralelos, como parcerias com lojas de decoração, cama, mesa e banho, do que com a venda de suas roupas. Sem contar que quanto menor a produção e mais artesanal, mais cara. Eis um nó difícil de desenrolar... E aí vemos nas passarelas propostas que já foram validadas e tiveram uma boa aceitação lá fora customizadas por parte de estilistas e marcas nacionais. Não será uma estratégia de sobrevivência quando as marcas nacionais tentam se equilibrar mediante a competição cada vez mais acirrada com marcas globais? Impostos e encargos trabalhistas muito além dos praticados na maior parte do mundo, falta de tecidos nacionais (a maior parte de nossas tecelagens antigas fechou) oneram nossas roupas e fazem com que muitas grifes busquem, em vez da inovação, o porto seguro.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A mais nova it bag da Chanel.

Não sei nem se é correto dizer que se trata da mais nova it bag da Chanel, pois tudo que leva o nome da grife parisiense acaba virando “it” e desejo absoluto. Não é à toa que a cada lançamento surgem as polêmicas versões inspired, mundo a fora. De uns tempos pra cá, o famoso frasco de perfume Chanel Nº 5 tem circulado nas mãos e ombros de celebridades e fashionistas em tamanho big – é a bolsa divertida em acrílico que leva o shape da tradicional fragrância. Simplesmente amei o design! Ouvi dizer que as marcas brasileiras Thelure e Sarah Chofakian também estão criando suas versões da bolsa fofura. Ainda bem, pois essa gracinha custa cerca de $9.500,00 (USD). A bolsa é vendida nas versões transparente e preta. Na preta até dá para guardar um batonzinho, sem precisar mostrar o que está levando. Mas é uma peça realmente mais decorativa.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

STJ decide que rádio comunitária, deve pagar direitos autorais.

STJ decide que rádio comunitária deve pagar direitos autorais a Corte decidiu que tais direitos, oriundos da reprodução de obras, são devidos independentemente de lucro de quem as executada Redação - 12/12/2013 - 12h26. Os direitos autorais oriundos de reprodução pública de obras artísticas são devidos independentemente da obtenção de lucro por quem a executa. Baseada nesse entendimento, a Terceira Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) deu provimento a recurso do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) contra decisão favorável a uma rádio comunitária. A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, esclareceu que a Lei 9.610/98 “impõe, a quem realiza a execução pública de composições musicais, o dever de apresentar ao Ecad, em momento anterior à transmissão, a comprovação dos recolhimentos relativos aos direitos autorais”. Segundo os autos, o TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná), ao interpretar os limites de incidência da lei, entendeu que, por desempenhar atividades culturais e sociais sem fins lucrativos, as rádios comunitárias estariam isentas do pagamento dos direitos autorais. A decisão do TJ-PR contraria jurisprudência firmada no STJ, conforme a qual “são devidos direitos autorais mesmo em eventos que não visem, direta ou indiretamente, ao lucro”. A ministra Nancy Andrighi explicou que a nova lei suprimiu a regra restritiva existente na regra anterior, que vedava a transmissão radiofônica sem autorização do autor apenas quando havia lucro comprovado. “A obtenção de lucro por aquele que executa publicamente obras musicais passou a ser aspecto juridicamente irrelevante quando se trata do pagamento de direitos autorais, regra na qual se incluem as rádios comunitárias”, afirmou a ministra. Com a decisão do STJ, a rádio comunitária não pode mais executar obras musicais sem autorização do Ecad e sem o pagamento dos direitos autorais. O Ecad também deve ser ressarcido dos valores que deixaram de ser recolhidos.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tribunal Belga, estuda caso de Plágio em canção Frozen Madonna.

O tribunal de apelações de Mons (sudoeste da Bélgica) começará na segunda-feira (9) a estudar o recurso da estrela do pop Madonna e de sua gravadora de uma sentença que proíbe a venda e emissão da canção "Frozen" na Bélgica. Um tribunal belga de Mons tomou esta medida em 2005 ao considerar que a famosa canção de Madonna, que saiu ao mercado em 1998, é um plágio da peça "Ma vie fout le camp", composta em 1993 pelo belga Salvatore Acquaviva. Madonna recorreu da sentença e exige uma indenização por danos e prejuízos e o pagamento de juros pelo que considera ser um processo "temerário e humilhante", informou a emissora belga "RTBF". A MP Music dispõe desde 1993, ou seja cinco anos antes do lançamento de "Frozen", dos direitos de "Ma vie fout le camp", por isso que a gravadora denunciou a cantora norte-americana. Segundo disse o juiz então, quatro compassos da canção de Acquaviva foram usados cinco vezes por Madonna em "Frozen" e essas similaridades foram consideradas voluntárias pelo magistrado. Como "Frozen" é comercializada pela Warner, Emi e Sony, o juiz as obrigou a cumprir em um prazo de 15 dias a sentença da Corte de Mons, sob pena de uma multa de 125 mil euros. Segundo a MP Music, Madonna residiu no final dos anos 70 em Mouscron (sudoeste da Bélgica), onde entrou em contato com Acquaviva, que então compunha canções para o grupo "Chocolates", no qual dançava a cantora. Apesar da defesa assegurar que a cantora não estava nesse momento em Mouscron, mas em Paris, o juiz não concordou.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Riachuelo abre na Oscar Freire com Fernanda Lima

Com turbante e muitas cores, Fernanda Lima apresentou o talk show que rolou na inauguração Riachuelo da Oscar Freire Nessa quarta-feira, 27/11, rolou evento quente nos Jardins em SP: era a abertura da Riachuelo da Oscar Freire, com vários andares, e o lançamento da coleção Fashion Five, com vários nomes fashionistas assinando peças (Blog LP já te contou: tem Adriana Degreas, Claudia Leitte, Dudu Bertholini, Helô Rocha da Têca, Raphael Falci…). Pra comemorar, um coquetel não bastava: Fernanda Lima foi chamada pra fazer uma entrevistinha com cada um dos Fashion Five, e Luciano Huck marcou presença pra falar do patrocínio da marca de fast-fashion no seu Instituto Criar. Na galeria você vê o estilo de quem passou por lá

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Justiça do Trabalho bloqueia R$ 1 milhão da dona da M. Officer .

A Justiça do Trabalho de São Paulo concedeu uma liminar a pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) para bloquear R$ 1 milhão da empresa M5 Indústria e Comércio, dona das marcas M.Officer e Carlos Miele. O pedido foi feito após procuradores do Trabalho identificarem, em uma fiscalização feita na semana passada, que em uma oficina da região central de São Paulo bolivianos irregulares no país trabalhavam produzindo peças da marca M.Officer em um local considerado com condições sem higiene e sem segurança. "Além do risco de incêndio, com fiação exposta, não havia extintores e o local estava em péssimas condições, segundo constataram os procuradores e fiscais do Trabalho que estiveram na oficina de costura. Um casal de bolivianos, os filhos e outras pessoas viviam todos em um mesmo quarto também sem condições de higiene", diz o procurador Tiago Muniz Cavalcanti, responsável pela Conaet (Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo). A decisão da Justiça do Trabalho foi dada em caráter liminar, e a empresa pode recorrer. Foi obtida pelo MPT durante o plantão do judiciário no último dia 15, feriado nacional. Nela, o juiz Helder Bianchi Ferreira de Carvalho determinou que a empresa providencie, em um prazo de 24 horas, a partir do momento que for comunicada, "a transferência dos trabalhadores, de filhos e parentes que com eles estejam trabalhando e/ou morando, para hotel, pensão ou alojamento que atenda às normas regulamentadoras de saúde e segurança, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, além do imediato pagamento das verbas rescisórias". A liminar também prevê que a empresa pague R$ 5.000 para "assegurar o pagamento de verbas rescisórias e eventuais despesas de retorno" à Bolívia. De acordo com o procurador, a decisão de recorrer à Justiça foi tomada após a empresa ser procurada e "se recusar a assinar a carteira dos trabalhadores e reconhecer a ligação com a exploração desse tipo de trabalho degradante". FORNECEDORES CERTIFICADOS Em nota assinada pelo diretor Igor Mussoly, a empresa informa que "está tomando as medidas judiciais contra os responsáveis e trabalhará ombro a ombro com o Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego para elucidar os fatos". Segundo a M5, ela tem uma "relação comercial de compra de produtos prontos e acabados com fornecedores idôneos, devidamente certificados pela ABVtex (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), para posterior venda" em suas lojas. De acordo com a nota, "os fornecedores da M5, que também são fornecedores de outras marcas famosas, são selecionados após criteriosa seleção e somente são aceitos se pré-certificados pela ABVTex ou pela SGS [firma que faz certificações e verificações]. A empresa é extremamente rigorosa com seus fornecedores exigindo, por contrato, o cumprimento integral da legislação trabalhista sob pena de denúncia às autoridades competentes, além de diversas outras severas sanções". Consta no site da associação que ela foi criada em 1999 e que representa as principais redes do varejo nacional que vendem vestuário, bolsas e acessórios de moda, além de cama, mesa e banho. Juntos, os associados representam cerca de 15% das vendas do varejo nacional. Entre seus objetivos e princípios, é citado "respeito à legislação, apoiando ações que visem a responsabilidade social, a formalização nas relações comerciais e o combate à concorrência fraudulenta." Nas ações mencionadas no seu site, a associação informa que destaca-se o "desenvolvimento da certificação de fornecedores -- ABVTex junto à da cadeia produtiva e observância de aspectos ligados à responsabilidade social". A Folha não localizou os representantes da entidade para verificar se o fornecedor da marca M.Officer consta na lista dos que certifica para a grife. O nome desse fornecedor não foi citado nem pela empresa em seu comunicado nem pelo MPT. AÇÃO CIVIL PÚBLICA O Ministério Público de Trabalho informou que deve entrar em 30 dias com uma ação civil pública contra a empresa, mas que nesse intervalo pode ser assinado um termo de ajustamento de conduta para resolver a questão. Na oficina, o grupo de fiscalização localizou "peças e acessórios, como etiquetas, botões e placas de metal que identificam a marca M.Officer, sendo costuradas nessa oficina clandestina. Havia ainda caixas de aviamentos, tecidos, modelagem, notas fiscais e pedidos de serviços demandados pela M5", afirma o procurador. "Na oficina foi encontrada a ficha da peça-piloto com as especificações de como deveria ser costurada e a peça. A mesma ficha e a mesma camisa em produção foram encontradas na oficina, na confecção intermediária e depois na empresa. Era o mesmo produto sendo fabricado para a marca, uma camisa com cores diferentes", disse Cavalcanti. Segundo um dos trabalhadores que prestou depoimento, a oficina presta serviço há sete meses e recebia peças para costurar de uma confecção localizada na rua Prates, em São Paulo. O dono da confecção, cujo nome não foi divulgado nem o da empresa, confirmou que ele produzia para a marca M.Officer e que repassava peças para a oficina dos bolivianos, segundo informa o Ministério Público do Trabalho.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Beyonce vai processar Anitta por Plágio.

Maurício Itararé Neuman, representante legal de Beyoncé no Brasil, recebeu a denúncia e em coletiva de imprensa afirmou que após saber da situação a cantora americana ficou xatiada e solicitou que Anitta fosse processada por plágio. Segundo Beyoncé: “Copiar um passinho tudo bem, mas entrada no palco, cor das dançarinas e até o bate cabelo já é sacanagem.” O processo montado por Maurício foi entregue à juíza Maria Rêca Alcada da primeira vara ornamental de São Borja – RS, que acatou a denúncia e prometeu analisar o caso em até 48 horas. Se a denúncia for aceita pela justiça, Anitta pode ter que pagar indenizações milionárias a cantora americana, ou até ser obrigada a parar de usar tudo que foi copiado. Sem as músicas, sem as danças e sem as roupas, Anitta poderá acabar tendo que se aposentar por invalidez. Em um segundo cenário, um pouco mais grave, Anitta poderá perder os direitos da música “Show das Poderosas” que passaria a ser cantada por Beyoncé com o título em inglês britânico: “Show of the PowerPuff Girls“. Imagine que loco a Beyoncé cantando: “PRE STOP, NOW IS THE HOUR TO THE SHOW OF THE POWERPUFF GIRLS” Os advogados de Anitta já estão calculando o possível prejuízo financeiro. Fala-se até da possibilidade de solicitarem auxílio ao governo federal através da lei Rouanet de incentivo a cultura.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Lady Gaga é Processada por Plágio.

Artista francesa acusa cantora de ter roubado suas ideias Depois de se recuperar de uma cirurgia no quadril, Lady Gaga estaria se preparando para seu grande retorno aos palcos, que deve acontecer em agosto durante o MTV Video Music Awards. Antes disso, ela terá que enfrentar um questão legal. De acordo com o Radar Online, a cantora está sendo processada em mais de R$ 63 milhões pela artista francesa Orlan, que afirma ter sido plagiada. De acordo com o advogado da artista, “Gaga copiou o visual e o estilo de Orlan” em materiais promocionais e aparições para promover Born This Way. “A questão não é se é ético ou não roubar a vida de alguém. Lady Gaga e sua gravadora passaram dos limites ao reproduzir duas das maiores obras de Orlan sem a permissão dela”, comentou o advogado. Umas das obras que teria sido copiada por Gaga chama-se Bumpload, uma escultura de 2009 com protuberâncias por baixo da pele. Segundo a artista, Gaga copiou a ideia na capa de Born This Way e no clipe do hit. “Tudo que você tem que fazer é colocá-los lado a lado”, afirmou o advogado. A outra obra em questão chama-se Woman With Head, de 1996, que também estaria no clipe de Born This Way. “É o mesmo corte de cabelo. Os mesmos implantes. A mesma maquiagem”, defende ele. “As leis de copyright seguem um protocolo rígido. Lady Gaga deveria ter pedido permissão a Orlan para isso. Ela nunca pediu, nem entrou em contato. Ela ganhou mais de R$800 milhões graças ao trabalho e ao esforço de Orlan, então estamos pedindo 7,5%, como a lei francesa permite”, declarou o advogado. “Não foi uma decisão fácil para Orlan para ir em frente com esse caso, mesmo que a violação de direitos autorais seja óbvia”, continuou ele. A Mother Monster tem dois meses para entrar com sua defesa na corte francesa. Essa não é a primeira vez que a cantora é acusada de plágio. Atualmente, ela já está envolvida em um processo da cantora Rebecca Francescatti, que afirma que Gaga plagiou parte de sua música Judah em seu single Judas.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Cristian Louboutin ganha processo contra Yves Saint Laurent.

Christian Louboutin ganha caso contra Yves Saint Laurent! O processo judicial Louboutin versus YSL tem finalmente uma decisão final que agrada a Christian Louboutin Christian Louboutin é conhecido pela sua sola vermelha.Passado mais de um ano de disputa judicial, Louboutin recebeu uma decisão satisfatória quanto ao seu processo contra a marca YSL. Em Abril de 2011, Louboutin acusou YSL de copiar a sua imagem de marca ao utilizar a mesma cor que Louboutin usa para a sola do sapato, o tão famoso vermelho. YSL ripostou declarando que Christian Louboutin não tinha qualquer direito sobre o uso do vermelho na sola de sapato e conseguiu, em Agosto de 2011, que um juíz lhe desse razão. Mas Christian Louboutin não ficou por ali e apelou contra a decisão porque, afinal, quando as fashionistas por todo o mundo pensam em sola vermelha, Louboutin vem logo à cabeça! Felizmente para o designer (mas não para YSL), o tribunal de Nova Iorque concordou que uma cor, na moda, pode constituir uma imagem de marca. Contudo, concedeu alguma razão a YSL, permitindo que a sola de sapato seja vermelha, desde que o resto do sapato tenha a mesma cor. A marca Louboutin declarou estar muito contente e agradecida ao Tribunal através de um comunicado de imprensa. Já a YSL ainda não se pronunciou sobre esta perda.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Zara é denúnciada por trabalho escravo.

http://reporterbrasil.org.br/2013/04/zara-e-denunciada-por-escravidao-na-argentina/ Fiscalização flagra trabalhadores bolivianos produzindo peças da grife em oficinas clandestinas em Buenos Aires. Empresa diz desconhecer denúncia. A Zara enfrenta nova denúncia de exploração de trabalhadores em condições análogas às de escravos, desta vez na Argentina. Costureiros bolivianos foram encontrados em condições degradantes em oficinas clandestinas durante fiscalização realizada no final de março pela Agência Governamental de Controle (AGC) de Buenos Aires. Segundo as autoridades, eles estavam produzindo peças para a grife. Além de trabalho escravo, desta vez o flagrante envolve também exploração de trabalho infantil. “Os homens e as crianças viviam no local de trabalho, não eram registrados e estavam submetidos a más condições. Eles não tinham documentos e estavam detidos, não podiam sair do local de trabalho sem autorização”, explica o chefe da AGC, Juan José Gómez Centurión, em entrevista à Repórter Brasil. Etiqueta de calça Zara encontrada na oficina clandestina com a especificação "made in Argentina" (feita na Argentina). E Com base no flagrante da produção de peças com a etiqueta Zara, registrado em fotos e vídeos, a organização La Alameda, especializada no combate ao trabalho escravo, formalizou em 26 de março denúncia para que o departamento de Fiscalização Antitráfico (Ufase, na sigla em castelhano) investigue e tome providências (clique aqui para ler a denúncia em espanhol). Segundo a Alameda, além de serem impedidos de deixar o trabalho, os costureiros chegavam a cumprir jornadas diárias de mais de 13 horas. O grupo formalizou a denúncia e também organizou protestos em frente a lojas da Zara na Argentina. Costureiros dormiam e trabalhavam no mesmo local. A reportagem procurou os representantes da Inditex, empresa que detém a marca Zara. Eles se disseram “bastante surpresos com a situação”. De La Coruña, na Espanha, a assessoria de imprensa afirmou que a empresa não foi notificada ou informada oficialmente por nenhuma autoridade argentina e que só soube do caso pela imprensa. “A escassa informação que tivemos, que são os endereços das oficinas, permite dizer que elas não têm nenhuma relação com nossos fornecedores e fabricantes no país”, afirmam. A Zara informa ter 60 fabricantes argentinos e que, nos últimos dois anos, realizou 300 auditorias de fornecedores e fabricantes do país. A empresa se diz disposta a colaborar com o esclarecimento do caso, “inclusive com a Alameda, tenham ou não essas possíveis situações irregulares a ver com a empresa”. Fiscalização flagra trabalhadores bolivianos produzindo peças da grife em oficinas clandestinas em Buenos Aires. Empresa diz desconhecer denúncia A Zara enfrenta nova denúncia de exploração de trabalhadores em condições análogas às de escravos, desta vez na Argentina. Costureiros bolivianos foram encontrados em condições degradantes em oficinas clandestinas durante fiscalização realizada no final de março pela Agência Governamental de Controle (AGC) de Buenos Aires. Segundo as autoridades, eles estavam produzindo peças para a grife. Além de trabalho escravo, desta vez o flagrante envolve também exploração de trabalho infantil. “Os homens e as crianças viviam no local de trabalho, não eram registrados e estavam submetidos a más condições. Eles não tinham documentos e estavam detidos, não podiam sair do local de trabalho sem autorização”, explica o chefe da AGC, Juan José Gómez Centurión, em entrevista à Repórter Brasil. Etiqueta de calça Zara encontrada na oficina clandestina com a especificação "made in Argentina" (feita na Argentina). Com base no flagrante da produção de peças com a etiqueta Zara, registrado em fotos e vídeos, a organização La Alameda, especializada no combate ao trabalho escravo, formalizou em 26 de março denúncia para que o departamento de Fiscalização Antitráfico (Ufase, na sigla em castelhano) investigue e tome providências (clique aqui para ler a denúncia em espanhol). Segundo a Alameda, além de serem impedidos de deixar o trabalho, os costureiros chegavam a cumprir jornadas diárias de mais de 13 horas. O grupo formalizou a denúncia e também organizou protestos em frente a lojas da Zara na Argentina. Costureiros dormiam e trabalhavam no mesmo local. A reportagem procurou os representantes da Inditex, empresa que detém a marca Zara. Eles se disseram “bastante surpresos com a situação”. De La Coruña, na Espanha, a assessoria de imprensa afirmou que a empresa não foi notificada ou informada oficialmente por nenhuma autoridade argentina e que só soube do caso pela imprensa. “A escassa informação que tivemos, que são os endereços das oficinas, permite dizer que elas não têm nenhuma relação com nossos fornecedores e fabricantes no país”, afirmam. A Zara informa ter 60 fabricantes argentinos e que, nos últimos dois anos, realizou 300 auditorias de fornecedores e fabricantes do país. A empresa se diz disposta a colaborar com o esclarecimento do caso, “inclusive com a Alameda, tenham ou não essas possíveis situações irregulares a ver com a empresa”. Jornadas chegavam a 13 horas por dia, segundo denúncia Jornadas chegavam a 13 horas por dia, segundo denúncia É a segunda vez que a Zara se vê envolvida com denúncias de superexploração de trabalhadores na América do Sul. Em agosto de 2011, fiscais flagraram trabalho escravo na produção de peças da grife no Brasil. Oficinas foram fechadas pela fiscalização Oficinas foram fechadas pela fiscalização Tráfico de pessoas Pela lei argentina, a situação pode ser caracterizada como de tráfico de pessoas, segundo Juan José Gómez Centurión, responsável pela fiscalização em questão. “Eles estavam sem documentos, detidos no local. Mas isso foge da competência administrativa da AGC e, por isso, fizemos apenas o registro de más condições de trabalho, emprego de trabalhadores não registrados e falta de condições mínimas de segurança, e encaminhamos o caso”, explica. A reportagem tentou contato com Marcelo Colombo, o chefe da Fiscalização Antitráfico, mas ele não foi encontrado para comentar as providências a serem tomadas com base no documento protocolado pela Alameda. O a denúncia surge em um momento em que o combate ao tráfico de pessoas e ao trabalho escravo ganha força no país. Nesta semana, será realizado em Buenos Aires um Congresso Internacional contra o Tráfico de Pessoas. Em dezembro do ano passado, o Congresso Nacional aprovou mudanças na legislação sobre o tema.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Moda e SPFW





Assistir no You Tube aqui


Moda e São Paulo Fashion Week by Luminosidade

Para ver o vídeo todo, clique aqui

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Coquetel do 8º Circuito de Moda e Arte



Com Fernando Zelman, João Ibaixe Jr e Danilo Blanco
(da esquerda para direita)

Momento ao lado dos curadores e amigos no coquetel do 8º Circuito de Moda e Arte.